Políticas de Educação Especial no Brasil no Inicio do Sec. XXI
Rosalba Maria Cardozo Garcia (org.)
UFSC. Florianópolis, 2017
SUMÁRIO
Prefácio
Katia Regina Moreno Caiado
Apresentação
Rosalba Maria Cardoso Garcia
Disputas conservadoras na política de Educação
Especial na perspectiva inclusiva
Rosalba Maria Cardoso Garcia
A concepção de professor na perspectiva inclusiva:
disputas e estratégias de consolidação da política
de Educação Especial no início do século XXI
Kamille Vaz
O trabalho do segundo professor de turma:
disputas e consensos na formulação da política de
Educação Especial em Santa Catarina
Rita de Cássia Kleber
A organização do trabalho docente na classe
comum com os alunos da modalidade educação
especial: controvérsias da desqualificação do
trabalho pedagógico
Dayana Valéria Antonio Folster Schreiber
Os fundamentos psicológicos em disputa na
organização dos serviços e da atuação dos
professores de educação especial na educação
infantil: estratégias de consolidação política na
rede municipal de Florianópolis
Roseli Terezinha Kuhnen
Sobre as Autoras
Acesse o livro em:
Políticas de Educação Especial no Brasil no Inicio do Século XXI
Boa leitura!
Missão: divulgar conhecimento e informações relevantes para assegurar os direitos humanos da Pessoa com Deficiência. Articular pessoas que se comprometem com o desenvolvimento de um mundo melhor, sem barreiras para tod@s.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
LIVRO
quinta-feira, 22 de março de 2018
Dica 7 - O que é Metodologia da Pesquisa
quarta-feira, 21 de março de 2018
Dica 6 - O que é Pesquisa?
terça-feira, 20 de março de 2018
PALESTRA: CAPACIDADES & TALENTOS DAS PESSOA COM SÍNDROME DE DOWN... Vamos juntos lutar contra a ignorância que incapacita!!!
Car@s parceiro@s e amig@s do Face, amanhã - dia 21 de Março de 2018 - é o Dia Internacional da Pessoa com Síndrome de Down.
Por isso, nesta semana a ONG Ed-Todas (https://www.facebook.com/ongedtodas/) promoverá uma série de palestras e divulgações de vamos junto@ lutar contra a ignorância, a discriminação e atitudes preconceituosas contra as Pessoas com Síndrome de Down (a todas as outras com deficiência!) porque somente assim poderemos criar oportunidades justas de acesso, participação e aprendizagens - os três pilares chaves da inclusão social.
Por isso, nesta semana a ONG Ed-Todas (https://www.facebook.com/ongedtodas/) promoverá uma série de palestras e divulgações de vamos junto@ lutar contra a ignorância, a discriminação e atitudes preconceituosas contra as Pessoas com Síndrome de Down (a todas as outras com deficiência!) porque somente assim poderemos criar oportunidades justas de acesso, participação e aprendizagens - os três pilares chaves da inclusão social.
AMANHÃ DIA 21/03, às 20h., estarei no face da Ong Ed-Tod@s (https://www.facebook.com/ongedtodas/) compartilhando algumas ideias sobre a CAPACIDADE destas pessoas iluminadas, amorosas e com o poder de nos mudar internamente... Minha fala, espero, contribuirá para provocar reflexão sobre sua atitude com relação às pessoas com Síndrome de Down, suas mães e familiares próximos. Divulgue esta conversa/palestra...
sábado, 3 de março de 2018
DICA 5 - Vantagens de fazer uma Pós-Graduação...
sexta-feira, 2 de março de 2018
DICA 4 - Comece AGORA seu currículo LATTES...
quinta-feira, 1 de março de 2018
DICA 3 - Você tem PERFIL para a Pós-Graduação?
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
DICA 2 - Como escolher um objeto de estudo para elaborar um projeto de ...
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
DICA 1 - Você tem o sonho de fazer um mestrado? Então, concorra a uma va...
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
CÂNCER: Tudo o que devíamos saber e ninguém conta...
Para quem me conhece, Sou Dta Windyz Brazão Ferreira, acadêmica há 37 anos, pesquisadora há 17 anos na área de deficiência: direitos à educação da Pessoa com Deficiência, Políticas Públicas e Metodologias de Ensino Inclusivas (Diferenciação Curricular, Currículo Funcional) e Fonoaudióloga que atua com Reorganização Neurofuncional (quando eu fiz o curso com a Sra. Fonoaudióloga Beatriz Padovan diziamos Reorganização Neurológica e, quase ninguém acreditava neste método maravilhoso de promoção do desenvolvimento integral da pessoa). Enfim, neste anos todos talvez uma das minhas marcas principais seja COMPARTILHAR! Ao invés de esconder e procurar valorizar meu conhecimento, experiência e expertise, meu lema tem sido ´PASSAR PARA A FRENTE O QUE APRENDI E APRENDO.
Nos últimos meses tenho aprendido coisas novas sobre câncer. Um irmão desenvolveu esta doença e somente depois de muitos meses tivemos condições de conhecer os (DES)caminhos da medicina e do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS. Por isso estou postando sistematicamente vídeos com as informações que adquiro e documentos que podem nos ajudar nesta luta. Acompanhem e se surpreendam com as barreiras impensáveis que um/a cidadao/ã comum pode viver para tratar uma pessoa com câncer... Somente depois de mais de seis meses, hoje dia 27 Novembro de 2017 ,eu irmão vai fazer uma biopsia no Hospitasl ACCamargo para sabermos que tipo de câncer ele tem... Rezem por ele Wellingtom Brazão Ferreira!
Nos últimos meses tenho aprendido coisas novas sobre câncer. Um irmão desenvolveu esta doença e somente depois de muitos meses tivemos condições de conhecer os (DES)caminhos da medicina e do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS. Por isso estou postando sistematicamente vídeos com as informações que adquiro e documentos que podem nos ajudar nesta luta. Acompanhem e se surpreendam com as barreiras impensáveis que um/a cidadao/ã comum pode viver para tratar uma pessoa com câncer... Somente depois de mais de seis meses, hoje dia 27 Novembro de 2017 ,eu irmão vai fazer uma biopsia no Hospitasl ACCamargo para sabermos que tipo de câncer ele tem... Rezem por ele Wellingtom Brazão Ferreira!
domingo, 26 de novembro de 2017
Estudantes com Síndrome de Down aprendem como qualquer outro estudante...
Síndrome de
Down não muda comportamentos ligados ao aprendizado
Estudo indica que alunos com Down são capazes de
realizar as mesmas atividades que as outras crianças no ambiente escolar
Foto: arquivo da ONG Ed-Tod@s (ongedtodas.wixsite.com/indaiatuba) Campanha sobre os Direitos da Pessoa com Síndrome de Down. 2017.
Crianças com síndrome de Down têm comportamentos que envolvem cognição
similares aos das outras crianças; o que muda é a frequência com que
executam tais ações
Pesquisa realizada na Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP sugere que, apesar de precisar de
mais apoio de colegas e professores, crianças com síndrome de Down podem
realizar as mesmas atividades escolares que as demais. Os resultados
evidenciam que elas são tão capazes quanto os outros alunos de
realizar ações que envolvem os aspectos cognitivos, como pensamento, linguagem,
percepção, memória e raciocínio.
De forma geral, as
conclusões do estudo apontam que crianças com Down têm comportamentos
similares às outras crianças. O que muda é a frequência desses comportamentos,
ou seja, a quantidade de vezes que cada um dos grupos executa determinada ação.
Nas crianças com Down essa frequência é menor. O ato de observar, por
exemplo, que envolve atenção e está diretamente ligado à aprendizagem, é muito
presente em todas as crianças, embora seja mais realizado por aquelas com
desenvolvimento típico, isto é, que apresentam desenvolvimento dos aspectos
biológicos, emocionais e sociais de acordo com o esperado para a idade.
Além
desse, outros comportamentos que tiveram muitas semelhanças entre os dois
grupos foram os de imitar, brincar de faz de conta (brincadeiras que envolvem a
imaginação, o fantasiar ou simular outra realidade) e receber auxílio verbal de
outras crianças. No entanto, esse aspecto merece atenção, segundo a terapeuta ocupacional
responsável pela pesquisa, Patrícia Páfaro Gomes Anhão, uma vez que as
atividades de faz de conta e imitação foram pouco realizadas pelos dois grupos
de crianças. “Isso pode indicar a baixa realização deste tipo de brincadeira no
ambiente de educação infantil, podendo sugerir que o brincar de faz de conta
vem sendo pouco estimulado”, alerta Patrícia. Para ela, a ausência do brincar
de faz de conta pode levar a problemas de aprendizagem, restrições na
participação social e na interação com pares.
Necessidade
de apoio
Na
análise dos resultados da pesquisa também foi possível identificar que os
alunos com Down precisam de maior apoio dos colegas e, principalmente, dos
professores. Segundo a pesquisadora, isso acontece por conta da dificuldade
psicomotora dessas crianças, que é a habilidade de controlar os movimentos
corporais regidos pela mente. Outro motivo para essa dependência, de acordo com
a pesquisadora, é a falta de adequação das escolas, que deveriam fornecer
auxílios necessários e adaptações pertinentes a essa população, facilitando,
assim, a realização de todas as tarefas solicitadas no ambiente escolar.
Patrícia Páfaro Gomes Anhão: programa mais eficiente de consultoria dos
profissionais da saúde ajudaria escola a se tornar mais inclusiva.
A
pesquisa foi feita com 14 crianças, sendo sete com síndrome de Down e sete com
desenvolvimento típico, com idade entre 4 e 6 anos, que estão inseridas no
ensino público da cidade de Ribeirão Preto. No ambiente escolar, cada criança
foi filmada por 180 minutos desempenhando atividades em sala de aula,
refeitório, parque e sala de brinquedos. As imagens foram analisadas para
identificar a frequência dos comportamentos realizados em cada um dos
ambientes.
Escola
inclusiva
Para
a pesquisadora, é necessário encontrar estratégias para melhor recepcionar os
estudantes com síndrome de Down, e a interação com outras áreas do
conhecimento é um bom começo. “Percebo que os atendimentos clínicos voltados a
essas crianças quase nunca trabalham junto com a prestação de atendimentos
educacionais. Desta maneira, o cuidado à criança com Down fica
desarticulado. Talvez um programa mais eficiente de consultoria dos
profissionais da saúde, não só terapeutas ocupacionais, como também fisioterapeutas,
fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e até mesmo professores da
educação especial, seja importante para que a escola se torne cada
vez mais inclusiva.”
Patrícia
afirma, ainda, que os resultados deste estudo, embora feito com alunos com síndrome
de Down, podem se aplicar a todas as crianças que estejam apresentando
problemas de aprendizagem. “Muitas vezes essas crianças não são ouvidas apenas
por não serem diagnosticadas com alguma deficiência. Mas elas sofrem as mesmas
angústias de não terem atendidas suas necessidades dentro do ambiente escolar”,
completa.
A
tese Análise do desempenho de crianças com síndrome de Down no ambiente
escolar foi defendida na EERP em junho deste ano e orientada pela
professora Luzia Iara Pfeifer.
Mais
informações: e-mail pganhao@terra.com.br
Referência
Por Stella Arengheri - Editorias: Ciências da Saúde
– Foto: Cantinho da Prof. Ivani Gularte/Reprodução
http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/sindrome-de-down-nao-muda-comportamentos-ligados-ao-aprendizado/
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
O ´ESPECIAL´ ASSOCIADO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
A PALAVRA ´ESPECIAL´ há muito não deveria ser mais usada nas várias esferas da vida quando se trata de pessoas com deficiência. Mas o ´hábito´ e o pre-conceito sobre as pessoas com deficiência está tão cristalizado no cérebro da maioria das pessoas que se mantém a tendência de dizer:
- tenho um aluno/a ´especial´
- na minha escola temos crianças ´especiais´
- tenho um filho/a que é ´especial´
- tem um ´especial´ na minha turma...
Venho insistindo neste tema também há algum tempo, mas não posso garantir que minhas contribuições geraram mudanças significativas. Dessa forma, aqui vai mais uma vez uma solicitação de NÃO USEM MAIS A PALAVRA ´ESPECIAL´ para se referirem à pessoas com deficiência!!! Eles são pessoas, SUJEITOS DE DIREITOS - que tem nome e atributos como qualquer outra pessoa.
Este filme, espero, provocará um impacto tão grande em você que o/a fará pensar duas
vezes antes de usar a palavra ´ESPECIAL´novamente. Curta e compartilhe!
Copie e coloque em sua barra para assistir ao filme...
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Currículo Funcional, Qualidade de Vida e Transição para a Vida Ativa da Pessoa com Deficiência
O tema Currículo Funcional, como uma abordagem pedagógica de transição para a vida adulta (TVA) é chave no desenvolvimento humano da Pessoa com Deficiência, em particular aquelas que são jovens, jovens adultos e adultos, os/as quais ainda permanecem infantilizados por não encontrarem oportunidades de desenvolvimento humano.
No Brasil há iniciativas de trabalhos que adotam o Currículo Funcional, todavia a ênfase do que é desenvolvido em algumas instituições, profissionais ou mesmo em nível municipal e estadual é colocada no ´funcional´e não na Transição para a Vida Ativa.
Isto ignifica que a pessoa com deficiência aprende algumas ´funções´ ou desenvolve sua ´funcionalidade´para cozinhar (muito comum), produzir algo no âmbito de papelaria (cadernos, blocos) ou construir bijuterias, pinturas, mobiles, etc. mas sua produção se mantém circunscritas à instituições ou escolas e não implica a transição para a vida adulta produtiva e remunerada.
Isto ignifica que a pessoa com deficiência aprende algumas ´funções´ ou desenvolve sua ´funcionalidade´para cozinhar (muito comum), produzir algo no âmbito de papelaria (cadernos, blocos) ou construir bijuterias, pinturas, mobiles, etc. mas sua produção se mantém circunscritas à instituições ou escolas e não implica a transição para a vida adulta produtiva e remunerada.
Por exemplo, há milhares de oficinas de pintura, artesanato, bijuterias, gastronomia (pães, bolachas, trufas), madeira, papelaria, manicure, entre outras espalhadas em instituições em território nacional, MAS a atividade ´curricular funcional´em si mesmo desenvolvida não tem como objetivo principal preparar para a Vida Ativa, inserir no mercado de trabalho local (no bairro onde moram) e, mais importante ainda, gerar autonomia e independência financeira.
Ao contrário, as produções que são vendidas dentro das próprias instituições, para visitantes ou em feiras e ações externas geram recursos usados na compra de materiais ou para realização de alguma atividade porque as prefeituras e os estados não suprem as demandas financeiras...
Se comparado a experiências institucionais internacionais - por exemplo, na Holanda, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra*, países nos quais visitei instituições segregadas onde vivem pessoas com deficiências. Estas instituições possuem recursos - para nós brasileiros/as - inimagináveis: profissionais altamente qualificado em áreas específicas (com mestrado e doutorado), recursos de todo o tipo e muiiiiiito dinheiro(!).
Por exemplo, na Inglaterra visitei uma instituição-escola para crianças com deficiência física em 1995/1996. Quando cheguei havia um carro (tipo doblo) da escola trazendo estudantes que já era todo adaptado e (pasmem!) o motorista era uniformizado e treinado para ajudar estas crianças. Na entrada da escola, com corredores bem amplos havia em torno de 40 cadeiras de rodas! Durante a visita estava passando em frente a um toilette quando presenciei uma fisioterapeuta chegar naquela área trazendo uma menina obesa em um ´veiculo movido a controle remoto´ que entrou na área do banheiro. A fisio, então, ativou o dispositivo levantando a menina com as correias que a sustentavam e a colocando no vaso sanitário. Quem estava comigo explicou que o veiculo assegurava que a profissional não tivesse problemas de coluna!!!
Na Holanda, visitei uma instituição onde moram muitos jovens, adultos e idosos com deficiência e também atende crianças pequenas. Esta instituição está localizada em uma área que ocupa o espaço de um bairro pequeno e que, no passado, foi destinada ao isolamento de pessoas com doença mental. Neste ´bairro´há casas nas quais moram pessoas com deficiência. Seus quartos são individuais e absolutamente pessoais e cheios de recursos (como quartos de jovens adolescentes em filmes americanos): TV, aparelhos de som, toca CDs (na época em uso), bichos de pelúcia, jogos, equipamentos de som, etc. A pessoa que me levou nesta visita havia adotado desde pequeno dois rapazes irmãos orfãos que viviam neste espaço desde muito cedo... (note que a adoção não implicava ir viver com a família...)
Na Dinamarca visitei Soelund em 2012, uma instituição para pessoas jovens e adultas com diferentes tipos de deficiência. Havia simplesmente 750 funcionários, incluindo profissionais terapeutas, acompanhantes, etc. para 250 pessoas institucionalizadas. Ou seja: 3 funcionários para 1! Ali havia casas enormes com jardins para cada 08 pessoas com cozinhas maravilhosas que nunca eram usadas porque a comida vinha pronta(!), piscina aquecida (claro! a Dinamarca é um gelo) e, uma sala de estimulação sensorial imensa chamada snoozelen.
Na Alemanha, foi chocante saber que havia em torno de 5.000 estudantes da Educação Especial que também aprendiam a ensinar uma disciplina (matemática, línguas, geografia, etc) porque o sistema é todo segregado. Por exemplo na maravilhosa cidade de Cologne (a quarta maior cidade da Alemanha), com em torno de 1 milhão de habitantes (Campinas no estado de SP tem em torno de 1 milhão) havia na época 20 escolas especiais bem grandes e muitos atendimentos domiciliares, hospitalares, particular, etc.
Enfim, enquanto na Europa os países tem recursos financeiros, humanos e materiais, as pessoas com deficiência estão segregadas e impedidas de se desenvolverem. Aqui no Brasil, por outro lado, temos uma das mais avançadas politica de inclusão social e educacional e falta de recursos financeiros, materiais e humanos que nos impedem de colocar o marco político-legal em pratica de forma efetiva, o que justifica ainda (e infelizmente) a manutenção de práticas de infantilização de jovens e adultos com deficiência independentemente de suas características de aprendizagem.
Em 2008-09 iniciamos na Universidade Federal da Paraíba o Projeto de Extensão Universitária PRÓ-LÍDER - promovendo a autoadvocaia de jovens com deficiência associado a uma pesquisa de mestrado (acesse: Nada sobre Nós sem Nós: promovendo a autoadvocacia de jovens com deficiência ) que evidencia que com oportunidades todos/as tem chance de se desenvolver e se tornar mais independente e autônomo. Um dos jovens surdo e com comprometimento motor se tornou delegado do movimento em defesa dos direitos dos jovens. Duas jovens - uma surda e outra cega entraram na universidade, um jovem com deficiência intelectual passou a trabalhar no Carrefour e aprendeu a se posicionar frente a discriminação e preconceito...
Com tudo isso quero dizer que não há soluções fáceis, mas que tanto quanto qualquer um de nós e de nossos filhos/as sem deficiência a pessoa com qualquer tipo de deficiência tem direito a se tornar autônoma e independente assim como a receber pelo seu trabalho e ser encorajada a produzir para ser inserida no mercado de trabalho-mesmo que este tenha caráter informal.
No dia 12 de Setembro de 2017 houve em Brasilia, promovido pela Câmara dos Deputados e coordenado pela equipe do Deputado Eduardo Barbosa o I SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO AO LONGO DA VIDA, no qual abordei o tema dos Currículos Funcionais. Você pode assistir à minha palestra e à todo evento se quiser clicando em:
___________________________________________
* A Ingla terra é um país onde há uma forte tendência inclusiva que foi iniciado com a publicação do Relatório Warnock na década de 70, que lançou o conceito de necessidades educacionais e influenciou o movimento da inclusão no mundo. É dito que o país tem em torno de 1% de escolas especiais...
. CURTA E COMPARTILHE!
Assinar:
Postagens (Atom)


